O trabalho desenvolvido na estufa escolar constituiu uma importante oportunidade para os alunos aplicarem e experimentarem os conhecimentos teóricos adquiridos no domínio da reprodução das plantas. Através da realização de atividades de sementeira, estacaria, transplante e acompanhamento do crescimento das espécies vegetais, os alunos puderam consolidar aprendizagens, desenvolver competências técnicas e compreender, de forma concreta, os processos biológicos estudados em contexto de sala de aula.
Para além da sua dimensão pedagógica e científica, a estufa escolar revelou-se um espaço privilegiado de cooperação e partilha. O envolvimento dos docentes da equipa da estufa e restantes colaboradores, permitiu a concretização de um trabalho colaborativo enriquecedor, assente na entreajuda, na troca de conhecimentos e na valorização dos contributos individuais. O empenho, a disponibilidade e o espírito de equipa demonstrados por todos os que integraram e apoiaram este projeto foram determinantes para o sucesso das atividades realizadas.
Assim, os resultados alcançados refletem não apenas a qualidade das aprendizagens proporcionadas aos alunos, mas também a força das relações humanas construídas no seio da equipa, marcadas pelo respeito mútuo, pela colaboração e pelo reconhecimento do trabalho de cada um em prol de um objetivo comum. Este ano ficou ainda marcado por um momento de grande alegria para todos uma vez que houve o reconhecimento público à professora Maria Isabel Costa Soares, por batizar a estufa com o seu nome “Estufa Mª Isabel Soares”. Sempre dedicada à profissão e às vivências e às ações que a tornaram fecunda, a professora Isabel procurou e conseguiu para o projeto «Estufa» o envolvimento dos alunos, a colaboração dos colegas de biologia e geologia e de outros grupos disciplinares e, também, da direção da ESCA.





